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Horário de verão: muda o relógio, mas não a prevenção
18/10/2017

É preciso atenção redobrada com outros perigos típicos do verão: dengue, chikungunya e zika


Talvez você tenha tido a sensação de que o último domingo pareceu mais longo. Tem uma explicação, o horário de verão que começou no dia 15 de outubro nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nestas regiões os relógios foram adiantados em uma hora e assim ficarão até 18 de fevereiro de 2018.

O objetivo da medida, adotada no Brasil desde 1931, é proporcionar uma economia de energia para o país, com menor consumo no horário de pico (entre 18h e 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural. Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.

O horário de verão vem sendo adotado sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos. E são justamente os dias mais longos anunciam a aproximação do verão. Isso significa que, assim como é preciso redobrar a atenção com a sobrecarga do sistema elétrico do país, é preciso, também, atenção redobrada com outros perigos típicos do verão: dengue, chikungunya e zika.

Afinal, a alternância de altas temperaturas com chuvas, que caracteriza os meses mais quentes do ano, compõe o ambiente ideal para o desenvolvimento das larvas e para a reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor das três doenças. Portanto, este é o momento de intensificar as medidas de prevenção e combate ao mosquito.

Claro que as medidas de prevenção devem fazer parte da rotina durante todo o ano, já que o risco da dengue, da chikungunya e da zika não está restrito a uma única estação ou época do ano. Mas como os casos das doenças são mais numerosos nos meses de calor é preciso intensificar as ações de identificação e eliminação de possíveis focos de Aedes aegypti neste período.

Para fazer sua parte serão necessários apenas 10 minutos por semana. Parece pouco, mas este intervalo é determinado pelo ciclo de vida do mosquito transmissor da dengue. Como este ciclo leva, do ovo até a fase adulta, cerca de 7 a 10 dias, se a verificação e eliminação dos criadouros forem realizadas uma vez por semana, será possível evitar o nascimento de novos mosquitos.


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

Clique aqui e veja como entrar em contato com a secretaria de sua cidade.
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